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O colunista social e apresentador Almir Reis começou sua carreira
como escritor em 1960, aos 17 anos, escrevendo no Suplemento
Juvenil do jornal Diário do Povo. Neste mesmo ano, publicou o
livro "Tipo Louco - Folhas Verdes", um best seller nacional,
causando muita polêmica na época pelos temas abordados. Foi eleito
"Príncipe dos Poetas de Campinas", título outorgado pelo "Príncipe
dos Poetas Brasileiro", de Guilherme de Almeida.
Em 1962, foi morar na Itália a fim de aprimorar sua cultura e
introduzir-se no mundo das artes. Ganhou o concurso de poesia
"Copa Cittá de Legnago", em 18 de maio de 1963. Esse concurso era
destinado a poetas estrangeiros radicados na Itália. Foram longos
anos dedicando-se à literatura, música e arte.
De volta ao Brasil, radicou-se no Rio de Janeiro, onde trabalhou
com uma famosa marchand em uma galeria de arte, colaborando também
com diversos jornais e revistas da época. Após alguns anos, em São
Paulo, dedicou-se ao teatro e literatura ao lado de grandes poetas
e escritores da geração dos anos 70.
Em 1979, de volta a Campinas, foi convidado pelo Jornal da Cidade
para iniciar sua carreira como colunista social e permaneceu neste
cargo por 8 anos consecutivos. Em seguida assume a coluna social
do Jornal de Domingo do grupo O Estado de São Paulo por mais 10
anos.
Na mesma época, inicia um programa de entrevistas e entretenimento
na rádio Cultura FM e também sua carreira como apresentador de TV
na Thathi - Manchete, passando em seguida por outras emissoras,
como CNT regional e Band Campinas.
Consolidando a sua carreira, atualmente, faz grande sucesso com o
Programa Casual, no canal 8 da Net Campinas e com o programa
regional "Prós e Contras" da Emissora TVB, afiliada do SBT, e
assina há mais de 8 anos a Coluna Social do Jornal Correio Popular
pertencente a Rede Anhanguera de Comunicação.
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